Bioestimuladores de colágeno e fios de PDO: como agem na flacidez?

A flacidez e outros efeitos do envelhecimento no corpo são inevitáveis, mas você pode se preparar melhor para recebê-los. Com a aplicação de bioestimuladores de colágeno e fios de polidioxanona (PDO), por exemplo.

Optar por esses procedimentos também é uma ótima estratégia para prevenir a perda de viço e de elasticidade da pele, além de manter uma boa alimentação e a prática regular de exercícios físicos. 

Saiba como a flacidez atinge o corpo e como funcionam esses métodos de tratamento.

Como o corpo responde aos bioestimuladores de colágeno?

Os efeitos prejudiciais da exposição à radiação ultravioleta, tabagismo e outros maus hábitos têm papel na flacidez, mas a pele já sofre, de uma forma ou de outra, com algumas consequências próprias do envelhecimento, que são:

  • afinamento da derme;
  • redução da produção de colágeno com aumento da sua degradação;
  • desorganização e compactação das fibras de colágeno;
  • redução do número e do tamanho das fibras elásticas.

Por isso que, exteriormente, a pele se torna menos densa, sem brilho, com manchas e tônus reduzido.

Com a bioestimulação, gera-se uma resposta tecidual que, no caso, é a produção de colágeno. 

Os benefícios da técnica podem durar até 25 meses, o que depende do tipo de bioestimulador, das características do paciente e da técnica pela qual a substância é injetada. Daí a importância de escolher bem a clínica na qual você vai realizar o procedimento. 

Que regiões do corpo perdem firmeza e ficam flácidas com o tempo? 

Quanto maior a perda de gordura, mais fácil é de se perceber a flacidez e a perda de definição do contorno. Por isso, as regiões principais são o rosto, a papada e o pescoço. 

O corpo também é afetado com a diminuição de colágeno, especialmente os braços, glúteos, abdômen e coxas. 

Quais são os tipos de bioestimuladores de colágeno disponíveis?

Existem 3 tipos de ativos e todos são microesferas, de 25 a 66 micrômetros, suspensas em meio aquoso. Ao serem aplicadas na pele, o organismo absorve o componente aquoso e os bioestimuladores permanecem fazendo com que os fibroblastos produzam colágeno.

Agora que você sabe o que eles têm em comum, conheça os diferenciais entre os bioestimuladores:

Hidroxiapatita de cálcio (Radiesse ou Rennova Diamond)

A hidroxiapatita tem composição semelhante à matriz dos ossos e dentes humanos. Porém, na sua forma injetável, é apropriado para melhorar o contorno facial e auxiliar no rejuvenescimento da pele — o que é realizado desde 2006. 

A proporção desse bioestimulador é de 30% de microesferas e 70% de solução aquosa. Ele também gera ótimos resultados quando aplicado no pescoço, região interna dos braços e joelhos, reduzindo a aparência craquelada.

Ácido poli-l-láctico (Sculptra)

Já o bioestimulador da Sculptra é o mesmo que já vem sendo utilizado como âncora em tecidos moles e suturas absorvíveis. Mas ele é utilizado para a flacidez desde 1999.

Suas microesferas são maiores que as da Radiesse e, por isso, tendem a provocar a bioestimulação mais direta.

Policaprolactona (Ellansé)

Nesse bioestimulador, a solução em que as microesferas se encontram é de gel de carboximetilcelulose, que é à base de água. 

Sua proporção de gel e microesferas é a mesma do bioestimulador da Radiesse. Uma das suas formulações pode durar até 4 anos. 

Como os fios de PDO combatem a flacidez?

Os fios de PDO são também considerados bioestimuladores de colágeno. Além do mesmo mecanismo de estímulo à produção da proteína, ele é responsável pelo efeito lifting de sustentação dos tecidos.

O diferencial dos fios é que com eles se faz a técnica Fox Eyes, que alonga a porção final da sobrancelha e valoriza o olhar

Como você pode ver, os bioestimuladores de colágeno, incluindo os fios de PDO, atenuam os efeitos da senilidade na aparência da pele de forma segura, eficaz e duradoura.

Marque sua avaliação e tire todas as suas dúvidas com a gente! 

Responsável técnico: Dra. Paula Chicralla (RQE 15402)

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